Avançar para o conteúdo principal
Liberta-te!
Aprende a te libertar do que te faz mal, do que te consome interiormente. Deixa ir tudo o que não é bom e deixarás espaço para as coisas boas entrarem na tua vida. Com tempo tudo virá... e com paciência. Lembra-te, nunca desesperes, porque as coisas boas levam sempre o seu tempo para acontecer.
Não deixes que o comodismo do teu ser te deixe viver nos teus dias de insatisfação que se arrastam em piloto automático, um atrás do outro, como o tique taque do relógio, que vai avançando, mas é sempre igual. Tique... taque!
Vais envelhecer, as marcas de expressão vão começar a parecer cada vez mais vincadas. Qualquer dia dás por ti em frente ao espelho a contar os primeiros cabelos brancos. O tempo está avançando e tu parece que regrides e não progrides. Estás amarrado. É como se vivesses com duas bolas de chumbo amarradas às pernas. Neste momento estás a rir desta comparação parva, mas é a verdade. Queres caminhar solto e não consegues, então só te arrastas.
Mas está nas tuas mãos mudares tudo. Um dia vais acordar e pensar, é hoje! Então, vais sair de casa decidido a mudar. Quem sabe mudar o penteado e fazer aquele corte radical que sempre quiseste, mas nunca te atreveste. Ou se calhar largar a tua casa, ao pé daqueles teus vizinhos chatos e ir viver para longe, quem sabe a mais de 100km de distância, à procura daquela lufada de ar fresco que tanta precisas. Ou até mesmo mudar completamente o teu rumo profissional, deixando para trás das costas aquele emprego desgastante, com os colegas chatos, que se acham sempre superiores, no entanto, no fundo apenas se roem de inveja de que sejas mais habilidoso que eles. E vão se roer ainda mais, acredita, quando tiveres a coragem que eles não tiveram, de largar tudo e partir rumo à aventura.
Depois vais te sentir mais leve, vais te arrepender de não ter tomado essa decisão mais cedo. Mas é como digo, as coisas boas levam o seu tempo para acontecer e teres tomado uma decisão assim, também levou tempo, afinal de contas as inseguranças falavam sempre mais alto dentro dessa tua cabecinha. Mas uma vez tomada essa decisão, não voltes atrás, porque o caminho é para a frente.
Liberta-te de tudo o que é tóxico nessa vida... Nunca te esqueças que só quem se liberta deixa espaço para a felicidade entrar!



Comentários

Mensagens populares deste blogue

 Há dias assim! Há dias em que o frio de lá de fora, nos invade por dentro.  Não morremos para a vida, só precisamos de calor para nos despertar. Porque há dias assim... Há dias em que nos permitimos não estar sempre bem. E está tudo bem. 

Introspecção

Às vezes temos dias assim. Frios. Apagados. Onde o ar que nos entra nos pulmões não é o suficiente para nos dar vida. Às vezes o coração ainda nos bate no peito, mas a vida que vivemos está morta. Já morreu há muito. E os dias passam-nos à frente dos olhos. Vazios. Desligados do ser que um dia fomos. E às vezes esquecemo-nos de como é dar uma gargalhada… Uma gargalhada. Das primeiras coisas que o ser humano aprende na infância. Coisas que deveriam ser proibidas esquecer. Mas que esquecemos. E nos dias sem gargalhadas, sem vida, o peso que sentimos no peito é tanto, que nos rouba as forças do corpo inteiro. E o peso torna-se tão incómodo que até caminhar parece a mais árdua das tarefas. Arrastamos o corpo pelos dias que passam sem vida, com vontade de já nem sair de casa para viver. Com vontade de permanecer na cama. No sossego. Ignorando que a vida passa lá fora. Ignorando que há vida lá fora... Ignorando que há vida cá dentro. E há tanta gente lá fora. E há tanta gente que não no...
Q uantas vezes dou por mim a questionar a minha sanidade mental!? Já perdi a conta. A verdade é que neste mundo em que estou, não me sinto normal. A verdade é que neste mundo em que estamos, há mais gente rebentada emocionalmente e que se julga normal, do que gente que se sente como eu e tem consciência disso.  Ultimamente ando perdida... quer dizer, acho que não foi só ultimamente. Acho que ao longo de toda a minha existência tive fases assim. Andei sempre numa montanha russa de emoções sem mapa que me indicasse o caminho certo. E esta merda desgasta-me!  Nestes últimos meses sinto que envelheci uma tonelada de anos! Como é que é possível? Não sei responder a isso. Nem a isso, nem a tantas outras questões que se colocam dentro do meu cérebro manhoso. Bolas, eu estou a envelhecer, mais psicologicamente do que fisicamente, mas estou. É a carga que carrego que faz tudo isso sobressair.  E essa carga (daquelas que ninguém vê, mas que está lá) é a que me tira o sono à noi...